Brasília · Distrito Federal

Rinoplastia preservadora em Brasília

Técnica que abaixa a giba mantendo o dorso natural do nariz, em vez de cortá-lo e reconstruí-lo. Funciona bem para alguns narizes e não é indicada para outros, e é a avaliação que define em qual grupo o seu está.

Atendimento em Brasília / DF

Atendimento exclusivamente particular · Consultório no Ed. Dr. Crispim, Asa Norte · Cirurgia em hospital de alto padrão

Dr. Wande Diniz, otorrinolaringologista que realiza rinoplastia preservadora em Brasília

Dr. Wande Diniz

CRM-DF 22013 | RQE 15.825

Especialidade
Otorrinolaringologia
Foco
Rinoplastia e Cirurgia da Face
Cirurgia
Hospital de alto padrão

Formação

Residência em Otorrinolaringologia pelo Hospital das Forças Armadas

Titulação

Membro titular da ABORL-CCF

Técnica

Rinoplastia estruturada, com enxertos de cartilagem

Cirurgia

Realizada em hospital de alto padrão, em Brasília

A técnica

O que é a rinoplastia preservadora

Na rinoplastia convencional, a giba (a saliência no meio do nariz, visível de perfil) é removida. O cirurgião corta a parte de cima do dorso, de osso e cartilagem, e depois precisa reconstruir o teto do nariz que ficou aberto. A rinoplastia preservadora, também chamada de preservação do dorso, faz o caminho inverso: mantém o dorso inteiro e o abaixa em bloco, retirando uma faixa de tecido por baixo dele, no septo e na base dos ossos nasais.

A ideia é conservar estruturas que já estavam ali e funcionavam bem: a linha natural do dorso, os ligamentos e a junção entre osso e cartilagem. O mesmo princípio pode ser aplicado à ponta e aos tecidos moles, com menos descolamento da pele.

Preservar não significa operar menos

Mesmo preservando o dorso, a cirurgia pode incluir correção do septo, trabalho na ponta e, se necessário, enxertos. O que muda é a forma de tratar o dorso.

Indicação

Para quem a rinoplastia preservadora é indicada

O candidato típico tem:

  • Giba pequena ou moderada, com dorso reto ou pouco desviado quando visto de frente.
  • Nariz que nunca foi operado.
  • Dorso de largura adequada, que não precisa ser muito estreitado.
  • Pele fina ou de espessura média.

Ela costuma não ser a melhor escolha quando:

  • O nariz já foi operado e o dorso foi alterado.
  • Há desvio importante do dorso ou da parte alta do septo.
  • A giba é muito grande ou o dorso é muito largo.
  • O terço médio do nariz precisa ser reconstruído, como no colapso da válvula nasal.

Nesses casos a técnica estruturada costuma dar mais controle. Há também narizes em que as duas se combinam: dorso preservado e ponta estruturada. Conheça também a rinoplastia estruturada.

Avaliação presencial

Quer saber se o seu nariz é candidato à rinoplastia preservadora?

A indicação da técnica só é feita depois do exame do nariz por dentro e por fora. Atendimento exclusivamente particular, na Asa Norte.

Comparação

Como a rinoplastia preservadora difere das outras técnicas

Rinoplastia preservadora e rinoplastia estruturada

A estruturada remove e reconstrói, usando enxertos para dar suporte. A preservadora mantém o que já existe e reposiciona. A estruturada oferece mais controle para mudanças grandes; a preservadora tende a manter o contorno natural do dorso quando o caso é bem indicado.

O que a literatura descreve a favor

Como o teto do nariz não é aberto, não é preciso reconstruí-lo, e a linha do dorso tende a manter as sombras naturais. Alguns estudos relatam menos inchaço no dorso e recuperação um pouco mais rápida, embora isso varie de pessoa para pessoa.

Limites conhecidos

O limite mais relatado é a giba residual, ou o retorno parcial da giba nos meses seguintes, que em alguns casos pede um pequeno retoque. A técnica também tem menos margem para estreitar muito o dorso ou corrigir desvios grandes.

Se o septo também estiver desviado, a correção é feita no mesmo tempo cirúrgico. Conheça a rinosseptoplastia.

O procedimento

Como é a cirurgia de rinoplastia preservadora

A cirurgia é feita em hospital, sob anestesia geral, e dura entre duas e quatro horas. Pode ser feita pela via fechada, com incisões só por dentro do nariz, ou pela via aberta, quando a ponta precisa de mais trabalho.

Para abaixar o dorso em bloco, o cirurgião retira uma faixa do septo logo abaixo dele e libera a base dos ossos nasais com cortes precisos, feitos com instrumentos convencionais ou piezoelétricos (que trabalham o osso por vibração). Com o espaço criado por baixo, o dorso desce e é fixado na nova altura.

Na sequência, a ponta é ajustada conforme o plano. Ao final, o nariz recebe tala externa e, quando há correção do septo, lâminas finas de silicone por dentro.

A preparação é a mesma de qualquer rinoplastia: exames, avaliação de risco cirúrgico e suspensão orientada de medicamentos que aumentam o sangramento.

Dr. Wande Diniz em centro cirúrgico, onde realiza a rinoplastia preservadora em Brasília

Pós-operatório

Como é a recuperação da rinoplastia preservadora

A recuperação varia de pessoa para pessoa e depende da técnica, da pele e da cicatrização de cada um. Por isso não existe um calendário que sirva para todos: os prazos de cada etapa são definidos e reavaliados nas consultas de retorno.

De forma geral, o pós-operatório passa por estas fases:

  • No início, inchaço, possível roxo ao redor dos olhos e nariz entupido.
  • Depois, a retirada da tala em consultório e a volta gradual às atividades do dia a dia.
  • Com o passar dos meses, o dorso se estabiliza na nova altura e a ponta continua se refinando.
  • Os retornos acompanham de perto a estabilidade do dorso ao longo de todo o primeiro ano.

Volta ao trabalho, exercícios e uso de óculos apoiados no nariz são liberados individualmente, conforme a evolução observada em cada retorno.

Segurança

Riscos da rinoplastia preservadora

Toda cirurgia envolve riscos, e a rinoplastia preservadora não é exceção. Eles dependem da anatomia, da saúde e do histórico de cada pessoa, por isso não são tratados de forma genérica: são discutidos individualmente na consulta e constam do termo de consentimento, lido e assinado antes da cirurgia.

A indicação correta é a principal forma de reduzir os riscos. Se a avaliação mostrar que o seu nariz não é um bom candidato, a recomendação vai ser outra técnica, mesmo que você tenha chegado pedindo a preservadora. Nenhum resultado pode ser garantido, e isso é dito com clareza desde a primeira conversa.

Dr. Wande Diniz, cirurgião de rinoplastia preservadora em Brasília, no consultório

Sobre mim

Sobre o Dr. Wande Diniz

Otorrinolaringologista com residência médica em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial pelo Hospital das Forças Armadas, em Brasília. Dedica-se à cirurgia estética da face e, em particular, à rinoplastia.

É graduado em Medicina pela Universidade Federal do Tocantins e possui Título de Especialista em Otorrinolaringologia pela ABORL-CCF, do qual também é membro titular.

Atende exclusivamente em caráter particular, no Ed. Dr. Crispim, na Asa Norte, e opera em hospital de alto padrão em Brasília.

Formação
Medicina — UFT
Residência — Hospital das Forças Armadas
Título de Especialista — ABORL-CCF
Atuação cirúrgica
Cirurgia estética da face: rinoplastia e otoplastia
Cirurgias funcionais da respiração: septo, sinusites, amígdalas e adenoides
Cirurgias do ouvido
Registro
CRM-DF 22013 · RQE 15.825

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre rinoplastia preservadora

Todo nariz pode fazer rinoplastia preservadora?

Não. Ela funciona melhor em narizes sem cirurgia anterior, com giba pequena ou moderada e dorso reto. Narizes muito tortos, muito largos ou já operados costumam se beneficiar mais de outras técnicas.

A giba pode voltar depois da rinoplastia preservadora?

Existe essa possibilidade, e ela está descrita na literatura médica. Quando acontece, em geral é um retorno parcial e pequeno, que pode ser corrigido com um retoque. O risco é conversado antes e acompanhado nos retornos.

A rinoplastia preservadora deixa cicatriz?

Pela via fechada, as incisões ficam todas dentro do nariz, sem cicatriz externa. Quando a ponta precisa de mais trabalho e a via aberta é usada, fica uma pequena cicatriz na columela, a pele entre as narinas.

A recuperação é mais rápida que a da rinoplastia estruturada?

Alguns pacientes desincham o dorso mais rápido, porque ele não foi desmontado. Mas o tempo de tala, a volta ao trabalho e o refinamento da ponta são parecidos. Continua sendo uma cirurgia com recuperação.

Dá para corrigir o desvio de septo na rinoplastia preservadora?

Sim. O septo é trabalhado de qualquer forma para abaixar o dorso, e um desvio pode ser corrigido no mesmo tempo. Desvios muito altos, junto ao dorso, podem mudar a indicação da técnica.

A rinoplastia preservadora afina o nariz?

Ela serve mais para abaixar o perfil do que para estreitar o nariz visto de frente. Quando o objetivo principal é afinar um dorso largo, outra abordagem pode ser mais adequada, o que é avaliado na consulta.

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