Brasília · Distrito Federal
Rinoplastia estruturada em Brasília
Técnica que reforça o suporte do nariz com enxertos da sua própria cartilagem, para que a forma planejada se mantenha com o tempo e a respiração não seja sacrificada pela estética.
Atendimento em Brasília / DF
Atendimento exclusivamente particular · Consultório no Ed. Dr. Crispim, Asa Norte · Cirurgia em hospital de alto padrão

Dr. Wande Diniz
CRM-DF 22013 | RQE 15.825
- Especialidade
- Otorrinolaringologia
- Foco
- Rinoplastia e Cirurgia da Face
- Cirurgia
- Hospital de alto padrão
Formação
Residência em Otorrinolaringologia pelo Hospital das Forças Armadas
Titulação
Membro titular da ABORL-CCF
Técnica
Rinoplastia estruturada, com enxertos de cartilagem
Cirurgia
Realizada em hospital de alto padrão, em Brasília
A técnica
O que é a rinoplastia estruturada
O nariz se apoia num conjunto de cartilagens finas e no septo, a parede que divide as duas narinas. Por muito tempo, a rinoplastia foi sobretudo uma cirurgia de retirada: tirava-se cartilagem e osso para afinar o dorso e diminuir a ponta. No pós-operatório imediato o nariz ficava menor, mas parte desses narizes perdia sustentação com os anos. A ponta caía, apareciam assimetrias e, em alguns casos, a respiração piorava.
A rinoplastia estruturada parte de outra lógica. O cirurgião continua podendo reduzir o que está sobrando, só que reorganiza e reforça o arcabouço do nariz com enxertos: pequenos pedaços de cartilagem moldados e fixados com pontos. A forma nova é construída sobre um suporte capaz de resistir à força de retração da cicatrização, que age durante meses depois da cirurgia.
A cartilagem vem, na maioria das vezes, do próprio septo. Quando ele não oferece material suficiente, como em narizes já operados, ela pode ser retirada da orelha ou da costela. Usar tecido do próprio paciente evita os problemas de rejeição e extrusão que existem com implantes sintéticos.
Rinoplastia estruturada aberta ou fechada?
A maior parte dos casos é feita pela via aberta, com uma pequena incisão na columela, a faixa de pele entre as narinas. Essa via dá visão direta das cartilagens, o que permite posicionar e suturar os enxertos com precisão. A cicatriz costuma ficar discreta depois de alguns meses. Em casos selecionados, parte do trabalho pode ser feita pela via fechada, com incisões só por dentro do nariz.
Indicação
Para quem a rinoplastia estruturada é indicada
A técnica é considerada quando o nariz precisa de mais do que uma redução. As situações mais comuns na avaliação são:
- Ponta caída, larga ou sem definição, que precisa de apoio para mudar de posição e se manter nela.
- Dorso alto (a chamada giba), quando a redução deixaria o terço médio do nariz sem sustentação se nada fosse reconstruído.
- Pele mais grossa, que esconde o contorno da cartilagem e pede uma estrutura mais firme por baixo.
- Nariz torto ou com assimetria visível.
- Rinoplastia secundária, quando uma cirurgia anterior retirou estrutura demais e o nariz ficou irregular ou afundado.
- Válvula nasal estreita, em que a parede lateral do nariz fecha ao puxar o ar.
Nem todo nariz precisa de enxertos. Quando a sustentação é boa e a mudança desejada é pequena, uma cirurgia mais conservadora pode bastar. A escolha da técnica vem depois do exame, e não antes dele.
Resultados
Antes e depois de rinoplastia estruturada
Pacientes reais, operados pelo Dr. Wande, que autorizaram por escrito a publicação das imagens.
Antes
Depois
Antes
Depois
Antes
DepoisOs resultados apresentados são individuais e não representam garantia. Cada caso depende da anatomia, da pele, da cicatrização e da adesão ao pós-operatório de cada paciente. Imagens publicadas com autorização expressa e por escrito, em caráter informativo, conforme as normas do Conselho Federal de Medicina. Toda cirurgia envolve riscos, que são discutidos individualmente na consulta.
Avaliação presencial
Quer saber se a rinoplastia estruturada é indicada para o seu nariz?
A indicação da técnica só é feita depois do exame do nariz por dentro e por fora. Atendimento exclusivamente particular, na Asa Norte.
Comparação
Como a rinoplastia estruturada difere das outras técnicas
Os nomes das técnicas confundem e muitas vezes são apresentados como se uma excluísse a outra. Na prática, elas se combinam na mesma cirurgia.
Rinoplastia estruturada e rinoplastia tradicional
A rinoplastia tradicional se apoia na retirada de cartilagem e osso. A estruturada também pode reduzir, mas compensa cada redução com reforço. A diferença aparece menos no primeiro mês e mais nos anos seguintes, quando a cicatrização retrai os tecidos.
Rinoplastia estruturada e rinoplastia preservadora
A preservadora mantém o dorso natural do nariz e o abaixa em bloco, sem desmontá-lo. Ela é indicada para um perfil específico de nariz. É comum, inclusive, preservar o dorso e estruturar a ponta no mesmo procedimento. Conheça a rinoplastia preservadora.
Rinoplastia estruturada e rinosseptoplastia
Rinosseptoplastia é o nome dado quando a rinoplastia é feita junto com a correção do desvio de septo. Como a cartilagem dos enxertos costuma vir do septo, boa parte das rinoplastias estruturadas acaba sendo também uma rinosseptoplastia. Conheça também a rinosseptoplastia.
O procedimento
Como é a cirurgia de rinoplastia estruturada
A cirurgia é feita em hospital, sob anestesia geral, e costuma durar entre três e quatro horas. O tempo aumenta em casos secundários ou quando é preciso retirar cartilagem da costela.
O primeiro passo é o acesso às cartilagens, em geral pela via aberta. Em seguida vem a retirada de cartilagem do septo, o que já permite corrigir um desvio, se houver. Com o material em mãos, o cirurgião ajusta o dorso, posiciona os enxertos que vão sustentar a ponta e a parte média do nariz e, quando necessário, faz as osteotomias: pequenos cortes nos ossos nasais para estreitar ou alinhar a base.
No fim, a pele é reacomodada e o nariz recebe uma tala externa. A alta costuma ser no mesmo dia ou na manhã seguinte, conforme a avaliação médica.
Antes da cirurgia são pedidos exames laboratoriais, avaliação de risco cirúrgico e, conforme o caso, tomografia dos seios da face. Medicamentos que aumentam o sangramento, como alguns anti-inflamatórios e suplementos, são suspensos dias antes, sempre com orientação.

Pós-operatório
Como é a recuperação da rinoplastia estruturada
A recuperação varia de pessoa para pessoa e depende da técnica, da pele e da cicatrização de cada um. Por isso não existe um calendário que sirva para todos: os prazos de cada etapa são definidos e reavaliados nas consultas de retorno.
De forma geral, o pós-operatório passa por estas fases:
- No início, inchaço, possível roxo ao redor dos olhos e sensação de nariz entupido, que costuma incomodar mais do que a dor.
- Depois, a retirada da tala e dos pontos em consultório e a volta gradual às atividades do dia a dia.
- Com o passar dos meses, o inchaço vai cedendo. O dorso costuma se definir antes da ponta.
- O refinamento da ponta é a parte mais lenta, sobretudo em pele grossa, e é por isso que o resultado só é avaliado depois que o inchaço termina de ceder.
Volta ao trabalho, exercícios, exposição ao sol e uso de óculos apoiados no nariz são liberados individualmente, conforme a evolução observada em cada retorno.
Segurança
Riscos da rinoplastia estruturada
Toda cirurgia envolve riscos, e a rinoplastia estruturada não é exceção. Eles dependem da anatomia, da saúde e do histórico de cada pessoa, por isso não são tratados de forma genérica: são discutidos individualmente na consulta e constam do termo de consentimento, lido e assinado antes da cirurgia.
Também existe a possibilidade de uma cirurgia de revisão. O que mais ajuda a reduzir esse risco é indicar a técnica adequada, alinhar expectativas antes e seguir as orientações do pós-operatório. Nenhum resultado pode ser garantido, e isso é dito com clareza desde a primeira conversa.

Sobre mim
Sobre o Dr. Wande Diniz
Otorrinolaringologista com residência médica em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial pelo Hospital das Forças Armadas, em Brasília. Dedica-se à cirurgia estética da face e, em particular, à rinoplastia.
É graduado em Medicina pela Universidade Federal do Tocantins e possui Título de Especialista em Otorrinolaringologia pela ABORL-CCF, do qual também é membro titular.
Atende exclusivamente em caráter particular, no Ed. Dr. Crispim, na Asa Norte, e opera em hospital de alto padrão em Brasília.
- Formação
- Medicina — UFT
Residência — Hospital das Forças Armadas
Título de Especialista — ABORL-CCF - Atuação cirúrgica
- Cirurgia estética da face: rinoplastia e otoplastia
Cirurgias funcionais da respiração: septo, sinusites, amígdalas e adenoides
Cirurgias do ouvido - Registro
- CRM-DF 22013 · RQE 15.825
Dúvidas
Perguntas frequentes sobre rinoplastia estruturada
A rinoplastia estruturada deixa o nariz duro?
Nos primeiros meses a ponta fica mais firme ao toque por causa do inchaço e da cicatrização em volta dos enxertos. Com o tempo ela recupera parte da mobilidade. O nariz continua tendo movimento, só que com uma ponta mais apoiada do que antes.
De onde vem a cartilagem usada nos enxertos?
Na maioria das vezes, do septo nasal, retirado na mesma cirurgia e pelo mesmo acesso. Quando o septo não basta, as alternativas são a cartilagem da orelha, com cicatriz escondida atrás dela, ou a da costela, que oferece mais volume. A fonte é definida no planejamento cirúrgico.
O resultado da rinoplastia estruturada é definitivo?
A estrutura é feita para durar, e esse é o propósito da técnica. Mas o nariz envelhece junto com o resto do rosto, e pele e tecidos mudam ao longo da vida. O que a técnica busca é que a forma não se desfaça por falta de suporte nos anos seguintes à cirurgia.
A rinoplastia estruturada serve para nariz já operado?
Sim. É a técnica mais usada em rinoplastia secundária, justamente porque a cirurgia anterior costuma ter retirado estrutura. Esses casos são mais complexos, a recuperação tende a ser mais longa e muitas vezes é preciso usar cartilagem de costela ou de orelha.
A rinoplastia estruturada deixa cicatriz?
Pela via aberta fica uma pequena cicatriz na columela, a pele entre as narinas, que costuma ficar pouco perceptível depois de alguns meses. Se for necessária cartilagem da orelha ou da costela, há também uma cicatriz no local de onde ela foi retirada.
Dá para corrigir o desvio de septo na mesma cirurgia?
Sim. Como o septo é a principal fonte de cartilagem para os enxertos, a correção do desvio entra quase sempre no mesmo tempo cirúrgico. Nesse caso a cirurgia passa a ser chamada de rinosseptoplastia.
Quanto tempo preciso ficar afastado do trabalho?
Depende do tipo de trabalho e da evolução de cada pessoa. A liberação é feita nas consultas de retorno, e profissões com esforço físico ou contato costumam pedir mais tempo.
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